"Comecei assim, sem saber o que iria fazer. Apenas soube que iria, sem motivos para saber,
nalguma direção contrária ao abafamento de vozes que se deu por aí. Nessa quase ausência de
motivos - creio - me fiz o meu motivo; tombei meus primeiros rinocerontes. Mastiguei-me o
nome homem para cuspir um rio sempre a passar, para cair após a vírgula como um poeta
sempre a passar. Assim, já não escrevo o meu nome..."







